sábado, 17 de setembro de 2016

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Apesar de não ter sido originalmente criada para nós, a frase "Solteira sim, sozinha nunca!" cai como uma luva para mães solteiras. No percurso da jornada maternal, por diversos (e indiferentes) motivos, nós mães solteiras , iniciamos uma carreira solo. E nesse momento, os sonhos amorosos criado sob as fantasias de uma família abalam-se pela ilusão da solidão.
 Digo ilusão, pois apesar deste sentimento nos abater profundamente ao encerrarmos o relacionamento com o pai de nossos filhos, não ficamos sozinhas. A primeira sensação é a de abandono, de que iremos enfrentar a tarefa  de ser mãe  sem amparo. Nos sentimos abandonas e frágeis, expostas a um mundo criado para beneficiar o homem , e fragilizar o sexo feminino. Um mundo onde em pleno seculo XXI ser mãe solteira ainda é um tabu em diversos círculos sociais. Um tabu dentro de nos mesmas até que vivenciamos a situação. Afinal a imagem da família perfeita faz parte dos sonhos e anseios até de mulheres criadas por mães igualmente solteiras. Mas em meio a tantos revês e duvidas, nas quais colocamos o termo solteira e sozinha acima de qualquer outro titulo, esquecemos que não estamos sozinhas. 
Solteira sim, mas sozinha? nunca mais. 
Esse pequeno nascido de nosso ventre e vindo ao mundo sob amor e carinho, será todo o amparo que precisamos. Com eles nunca mais estaremos sozinhas, pois são parceiros que nos acompanharão por toda vida. Então, cara amiga mãe solteira, jogue fora esse titulo, e adote em sua vida apenas o titulo de MÃE, pois é isso que você é. Não depende de um parceiro (ou parceira ) para se sentir completa, pois já é completa em essência, e se completa com o mais precioso presente : Seu filho .E ele não precisa do seu estado civil mas sim do seu estado emocional elevado. Comemore sua maternidade todos os dias como um presente, e sua "solteirice" como um acontecimento de ocasião,pois homens vem e vão, mas amor de mãe é para sempre.

Solteira sim, sozinha nunca!

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sábado, 5 de março de 2016

Em certos momentos eu me questionava o que estaria perdendo sendo mãe na casa dos vinte. Todas as festas e curtições. Cheguei a beirar a tipica duvida ‘ vou perder minha juventude ?” quando deparei com Meg Jay, e o maravilhoso a idade decisiva que traz por terra o conceito de juventude aos vinte. A autora deixa claro que aos vinte anos devemos sim ter filhos, ter empregos que exijam de mais, ter ambições concretas e enraizadas como casa ,carro, plano de saúde e estabilidade financeira, porque os vinte anos não tem nada a ver com juventude,curtição, aproveitar antes de crescer, mas sim com construir as fortes pilastras de uma vida  (e consciência ) adulta .
Um livro de reflexão para mães (mulheres e os jovens ) na casa dos vinte anos.

A idade decisiva

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sexta-feira, 4 de março de 2016

Em meio a tantas campanhas de amamentação  e fotos de seios a amostra ocupadas com bocas famintas de lindos bebezinhos bem alimentados por suas mães, não pude deixar de questionar minha escolha pela "formula" (leite em pó) e pela mamadeira para minha filha.  A mamadeira assim como formulas químicas são de certa forma discriminada,e vi isso em meio campanha nacional de amamentação, quando em uma "Roda de leite" no consultório pediátrico saquei da bolsa a mamadeira da Ana Catarina, que foi encarada como uma arma mortal pelas outras mães de camisas erguidas e filhos nos seios.
Desde quando ser uma mãe dedicada e atenciosa tornou-se algo facilmente subjugado perante a amamentação alternativa?

O preconceito à mamadeira

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