sábado, 5 de março de 2016

A idade decisiva

Em certos momentos eu me questionava o que estaria perdendo sendo mãe na casa dos vinte. Todas as festas e curtições. Cheguei a beirar a tipica duvida ‘ vou perder minha juventude ?” quando deparei com Meg Jay, e o maravilhoso a idade decisiva que traz por terra o conceito de juventude aos vinte. A autora deixa claro que aos vinte anos devemos sim ter filhos, ter empregos que exijam de mais, ter ambições concretas e enraizadas como casa ,carro, plano de saúde e estabilidade financeira, porque os vinte anos não tem nada a ver com juventude,curtição, aproveitar antes de crescer, mas sim com construir as fortes pilastras de uma vida  (e consciência ) adulta .
Um livro de reflexão para mães (mulheres e os jovens ) na casa dos vinte anos.


Sinopse :
A vida adulta parece começar cada vez mais tarde. A dúvida sobre qual carreira seguir, o alto custo para se manter, a dificuldade em encontrar bons empregos e a condescendência dos pais são fatores que fazem com que os jovens sintam que têm o aval da sociedade para curtir a vida ao máximo e deixar as questões mais importantes para depois. Mas essa entrada atrasada no “mundo real” traz consequências sérias e problemas que nem sempre podem ser revertidos.
É comum as pessoas chegarem aos 30 anos sentindo-se atrasadas profissional e afetivamente. Elas olham para trás e se percebem sem rumo, entendendo um tanto tarde que seu tempo foi mal aproveitado.
A Dra. Meg Jay mostra em A idade decisiva que é possível prever – e agir para evitar – esse tipo de alienação. A partir de inúmeros estudos e de sua experiência como psicóloga, ela chama atenção para os perigos inerentes a uma postura descompromissada e um futuro não planejado.
Organizado em três partes – trabalho, relacionamentos e saúde –, este livro discute as principais dúvidas e ansiedades da juventude e os motivos pelos quais os 20 anos não podem ser subestimados. Além disso, desconstrói alguns mitos que têm levado os jovens a tomar decisões que os distanciam da felicidade futura. Você vai aprender que:
• São as pessoas que você mal conhece, e não seus amigos mais próximos, que mudarão para melhor sua vida aos 20 anos.
• Morar junto pode não ser a melhor forma de testar um relacionamento.
• Aos 20 anos, o cérebro proporciona sua melhor chance de mudar quem você é e será.
• Participar do mundo do trabalho faz com que você se sinta melhor, e não pior.
• A personalidade muda mais na faixa dos 20 anos do que em qualquer outra época anterior ou posterior.
Ao ter a coragem de falar para os jovens coisas que eles talvez nunca tenham escutado, a autora toca em pontos essenciais para que tenham uma vida adulta plenamente satisfatória.

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